MADRUGADA


É quando As estrelas se deitam

Que me falta o beijo nos lábios

O abraço na noite

Os dedos a entrelaçareM ternura


Num aconchego desenhado nos seios

O vazio dO ventre procura-te

Nos poemas cheios - de ti

Enquanto as palavras se despem

Para Te receberem com aroma a desejo


Mas o suor nasce da carne

E o tEu nome de um suspiro

Enquanto mastigo a noite

E adormeço abraçada à madrugada




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