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A norte
Hoje o poema nasceu a norte verde-livre de árvores imensas Nasceu da terra ensopada em tempestade mas resiliente como o nosso povo Hoje o poema nasceu a norte de mãos sujas de vinho e com cheiro a Baga Nasceu de um cálice antigo carregado de memórias de vida, juventude e festa Hoje o poema adormeceu em cave escura entrelaçado de teias e saudade
Vanda Paz
há 3 horas1 min de leitura


Quando a Ilha também chora
Nas ilhas o sabor do tempo é retumbante. As escarpas, o silêncio profundo vulcões adormecidos gritos embrulhados no vento tantas vezes...
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25 de jan. de 20251 min de leitura


SIMPLESMENTE
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Vanda Paz
5 de set. de 20242 min de leitura


A tarde fica sempre mais doce quando navego no mar dos teus olhos
Das madrugadas corridas com cheiro a jasmim nascem suspiros enraizados em saudade. A vida vai-se espraiando ao longo dos dias, entre o...
Vanda Paz
24 de jun. de 20241 min de leitura
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